PETROBRAS FINALIZA VENDA DE TRÊS CAMPOS DE PETRÓLEO NA BACIA DE CAMPOS

A Petrobras finalizou hoje (8) a venda da totalidade da sua participação nos campos de Pargo, Carapeba e Vermelho, localizados em águas rasas na Bacia de Campos, no norte fluminense, para a Perenco Petróleo e Gás do Brasil.

A operação foi concluída com o pagamento de cerca de US$ 324 milhões para a Petrobras, com os ajustes previstos no contrato. Esse valor se soma a US$ 74 milhões pagos à Petrobras na assinatura dos contratos de venda.

Segundo a Petrobras, essa operação está alinhada à otimização do portfólio da empresa e à melhoria de alocação do capital da companhia, visando à geração de valor para os acionistas.

Campos
O campo de Pargo foi descoberto em 1975 e os campos de Carapeba e Vermelho em 1982 e a produção nos três começou em 1988. As concessões foram outorgadas à Petrobras em 1998 na chamada Rodada Zero de licitações.

O sistema de produção desses campos é integrado e consiste em sete plataformas do tipo jaqueta fixa. Com o fechamento da transação, a Perenco passa a ser a operadora dos campos.

JUSTIÇA ELEITORAL ABRE AÇÃO PENAL CONTRA TAVEIRA E DOIS VEREADORES

José Aldenir / Agora RNA pedido do Ministério Público, a Justiça Eleitoral do Rio Grande do Norte abriu uma ação penal contra o prefeito de Parnamirim Rosano Taveira e os vereadores Thiago Cartaxo (Podemos) e Rogério Santiago (Cidadania).

Em decisão publicada no Diário Oficial da última sexta-feira, 4, a juíza Ana Cláudia Braga de Oliveira, da 50ª Zona, acatou denúncia contra os três pela prática de delito tipificado no artigo 299 do Código Eleitoral – “dar, oferecer, prometer, solicitar ou receber, para si ou para outrem, dinheiro, dádiva, ou qualquer outra vantagem, para obter ou dar voto e para conseguir ou prometer abstenção, ainda que a oferta não seja aceita”. Segundo a decisão da juíza, os acusados têm dez dias para responderem à acusação.

Na acusação, o Ministério Público também denunciou eleitores pelo recebimento das vantagens (entendendo que houve prática de corrupção passiva), mas depois recuou da acusação por entender que os eleitores abordados pelos políticos estavam em situação de “vulnerabilidade social”.

O Agora RN ainda não teve acesso à íntegra da acusação do Ministério Público, logo, não há detalhes sobre o fato que motivou a denúncia. A reportagem segue tentando obter o inteiro teor do processo para trazer mais informações sobre a denúncia.

Agorarn